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Premium II

Comissão da Câmara questiona investimentos do Ceará

Presidente da comissão de deputados afirma que a única obra vista no terreno foi uma cerca. Governo do Estado nega e cita desapropriações e desvio de CE. Comissão investiga as razões do cancelamento do projetos

Por / 12/07/2015

A comissão externa formada pela Câmara dos Deputados para investigar o cancelamento das refinarias Premium I e II, previstas originalmente para serem construidas no Maranhão e no Ceará, respectivamente, avaliou que, aqui, basicamente nenhum investimento foi feito no terreno no qual deveria ser implantada a obra. "No Estado do Maranhão você teve terraplanagem, construção de canais... Aqui você não teve isso. Você tem um área que está cercada, e apenas isso", declara a presidente da Comissão, Eliziane Gama (PPS-MA).


 

A comissão externa formada pela Câmara dos Deputados para investigar o cancelamento das refinarias Premium I e II, previstas originalmente para serem construidas no Maranhão e no Ceará, respectivamente, avaliou que, aqui, basicamente nenhum investimento foi feito no terreno no qual deveria ser implantada a obra. "No Estado do Maranhão você teve terraplanagem, construção de canais... Aqui você não teve isso. Você tem um área que está cercada, e apenas isso", declara a presidente da Comissão, Eliziane Gama (PPS-MA).
A comissão externa formada pela Câmara dos Deputados para investigar o cancelamento das refinarias Premium I e II, previstas originalmente para serem construidas no Maranhão e no Ceará, respectivamente, avaliou que, aqui, basicamente nenhum investimento foi feito no terreno no qual deveria ser implantada a obra. "No Estado do Maranhão você teve terraplanagem, construção de canais... Aqui você não teve isso. Você tem um área que está cercada, e apenas isso", declara a presidente da Comissão, Eliziane Gama (PPS-MA).





A comissão externa formada pela Câmara dos Deputados para investigar o cancelamento das refinarias Premium I e II, previstas originalmente para serem construidas no Maranhão e no Ceará, respectivamente, avaliou que, aqui, basicamente nenhum investimento foi feito no terreno no qual deveria ser implantada a obra. "No Estado do Maranhão você teve terraplanagem, construção de canais... Aqui você não teve isso. Você tem um área que está cercada, e apenas isso", declara a presidente da Comissão, Eliziane Gama (PPS-MA).


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